09 January, 2011

As sete horas da manhã já estava acordado, pronto para entrar no primeiro ônibus que o levasse até o centro da cidade. Sentou na segunda fila, no assento 14, ao lado da janela. A partida não representou muita coisa. Era o tempo de deixar coisas mortas no lugar dos mortos. Durante a viagem, boca calada, pensamento amansado, imaginação fertilizada. Vai a caminho de onde não quer conhecer. Lugar descalço. Espaço indeciso. Tempo doente.

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